quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Saindo da Ilusão Democrática


Iniciamos aqui uma série de artigos a respeito da questão
eleitoral no Brasil, o cerne do problema no sistema político
vigente, o multipartidarismo e a ausência de fidelidade aos
próprios estatutos e à ética em geral, as urnas eletrônicas e,
talvez o mais grave problema, o eleitorado e suas interações.


A democracia atual nada mais é que uma maneira de formalizar, por meio do voto direto, o interesse de grandes conglomerados econômicos, a saber, das grandes marcas, empreiteiras e bancos.
Ela define apenas uma forma de ilusão, onde temos que aceitar as decisões de uma maioria induzida ao voto irresponsável e fundamentalmente interessado em suas necessidades individuais e de categorias das mais diversificadas.
Ou seja, uma democracia ilusória e que decreta o modo de pensamento único que reflete apenas o individualismo, o materialismo, a plutocracia e o hedonismo, como ideal de vida, contrariando os verdadeiros fundamentos de uma sociedade saudável e que deveria buscar destinos superiores para si mesma.
Lamentavelmente este é o caso do Brasil.
Esses conglomerados, interessados nas benesses advindas da vitória dos seus candidatos, definem a sua cartilha, onde qualquer tentativa de contestação fundamentada em princípios verdadeiramente democráticos e sustentada por valores como a família, a propriedade e a moral, são tidos como retrógrados, anacrônicos e essencialmente fora da realidade.
E estas concepções valem para todos os lados, direita, esquerda, abaixo e no setentrional, menos para o alto e no sentido vertical, para onde deveria seguir uma sociedade saudável.
Assim, o ideal ilusório da liberdade é oferecido como desvio nesta busca tendo varias opções: corrupção, liberdade sexual, feminismo, aborto, drogas, “gaysismo” e tantas outras “alternativas” que visam apenas a satisfação da Bios, ou do corpo, num sensualismo e libidinagem nunca antes vistos.
Estas são as opções de massificação e preparação para o voto, perpetrado pelas novelas, telejornais e literatura dominante, fomentada pelos financiadores das campanhas eleitorais.
Não importa o partido, os financiadores são os mesmos e seus métodos de distração seguem a mesma fórmula. Para estes financiadores não interessa fomentar a disseminação da disciplina, da ordem, do belo e do altruístico. Estes são valores que não interessam a eles, por representarem uma mudança de paradigma e conseqüente suicídio das suas idéias degenerativas.
A liberdade que se pretende alcançar pelo voto direto na atual conjuntura política brasileira, apenas é o resultado da sedução pelos instintos primários para aqueles que votam e a satisfação crocodiliana para aqueles que colhem seus frutos: grandes contratos e favorecimentos, como bem demonstrados pela atual operação Lava-Jato, realizada pela Polícia Federal. Esta estratégia vem dando certo, haja vista que mais da metade dos congressistas brasileiros estão envolvidos em alguma tramóia em benefício próprio ou de terceiros.
Diante desta realidade, é forçoso levantarmos uma questão: permanecermos desgraçadamente aceitando suas aberrações, até a aniquilação completa do pouco que ainda se tem dos valores que edificaram o Brasil como um país de potenciais ímpares, ou sairmos desta ilusão democrática.
Pela primeira opção, a degradação alcançará patamares perigosos, até para os seus interessados.
Vide o caso do impeachment da Presidente Dilma, substituída recentemente, onde o sistema acaba carecendo de reformas urgentes para a própria manutenção. Haja vista as medidas anunciadas pelo atual presidente interino, Temer, que na prática apenas substituiu um discurso por outro mais sutil, travestido de mal necessário, mas que, em sua essência, continua favorecendo algumas categorias do serviço público, com aumentos de salários e remunerações, visando a manutenção do poder e posteriormente, continuar concedendo benefícios aos financiadores de campanha, sem suspeitas ou contestações.  Em contrapartida, os verdadeiros brasileiros preocupados com os destinos da sociedade, vão sendo alvos de verdadeira patrulha ideológica, com difamações e distorções das mais variadas, anunciadas pela mídia vendida e patrocinada pelo sistema.
Já na segunda opção, optamos por edificar verdadeiras fortalezas como a solidariedade, a disciplina e a família.
A solidariedade em sensibilizar-se pelos diversos problemas sociais, buscando alternativas que visem à valorização do cidadão como eleitor ciente de suas responsabilidades e obrigações, mas também ciente de seus direitos e daquilo que é OBRIGAÇÃO do Estado.
Para isto, a disciplina em buscar conhecimento, a concentração no objetivo de mudança e o alinhamento na confecção de estratégias para a mudança. A família objetivando reforçar sua constituição, tradicional e não como reprodutora das degenerações lançadas pelo sistema para destruí-la e, com ela, as noções primárias de valores altruístas que justificam a sua máxima, como a celula matter da sociedade. 
Portanto, ao contrário de votarmos de forma isolada nas mesmas legendas de sempre e que se revezam no poder sem efetivamente prover melhorias na busca por melhores destinos, se buscássemos a tomada de consciênciade que a democracia brasileira provê mais danos que soluções, tendo em vista que vivemos no País:
- mais violento do mundo, onde todas as guerras juntas do planeta não somam a quantidade de homicídios atualmente praticados por aqui, cerca de 55 mil por ano; - que as estatísticas de desenvolvimento educacional apontam para uma linha descendente de forma alarmante;
- que temos os maiores juros estatais e privados do planeta e
- que a noção de moral e bons costumes estão ficando ao largo e em berço esplendido,
... esta tomada de consciência é fundamental como ponto de partida para o entendimento de que no atual Estado, as únicas escolhas permitidas são aquelas dentro de seus limites e que suas decisões, na maioria dos casos, são definidas de forma escusa e mediante acordos de todos os tipos em seus bastidores.
Em verdade, não adianta as mesmas legendas e os mesmo agentes se revezarem no poder, você não decide nada! A alternativa que nos resta, além das especificadas, é conhecer seu candidato, buscar informações sobre ele, saber quais são seus planos e plataformas de governo e não reeleger quem está ai e nem votar nas atuais legendas que estão sempre no topo.
Do contrário, a alarmante solução é a revolução, mas esta não se processará sem uma mudança de paradigma e isto levará décadas. 

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

“DIREITA” E “ESQUERDA”; VÁRIAS CABEÇAS DE UMA HIDRA.


“DIREITA” E “ESQUERDA”; VÁRIAS CABEÇAS DE UMA HIDRA.

         Para nós verdadeiros Nacionalistas é habitual sermos atacados com toda sorte de adjetivos. Um dos mais comuns é o rótulo de “extremistas” de “direita”. Em defesa, se faz necessário alguns esclarecimentos sobre o que são realmente “direita” e “esquerda”, em sua gênese e o porquê desta associação e seus reflexos no homem moderno.
Considerando a UNAC uma organização de terceira via independente, sendo uma frente no trabalho nacionalista, não portando qualquer ideologia dita de “esquerda” ou de “direita” estabelecidos pelos métodos de engenharia social de nossos dias que a todo instante gera fenômenos culturais e sociais no controle das mentalidades. Entendemos que capitalismo, neoliberalismo, socialismo, comunismo e outras variantes representam apenas várias cabeças de uma única Hidra e de um mesmo mal; o materialismo grosseiro e dissolvente que reduz o Homem a mero instrumento econômico, sem alma e sem personalidade. “Direita” e “esquerda” na atual conjuntura política representam apenas uma direção; a ausência de qualquer ideologia que não seja a política de privilégios, astúcia e fraude praticadas por seus agentes, sejam; políticos, partidos, diversas corporações e algumas ONG’S.
O Hercúleo Nacionalismo é isento destes direcionamentos, pois defende os princípios básicos da civilização ocidental. Considerando obrigação fisiológica das Nações, a defesa de suas particularidades como princípio identidário. E não somente estes fatores, mas igualmente o destino da civilização em sua decadência que é uma das grandes preocupações.  E como esses princípios fundamentam todos ou quase todos os chamados movimento de “direita”, obrigatoriamente com eles se converge, de maneira deturpada, o Nacionalismo em diversos pontos. Os ignorantes em questões filosóficas e sociais ou, em maior número, os de má fé, poderão confundi-los. Os que os estudam e conhecem sabem que há diferenças essenciais no modo de considerar as questões, as quais se refletem, na prática, no modo de resolvê-las.
Primeiramente, resolvem atacar não se opondo diretamente, fomentam através dos meios de comunicação e sofismas “acadêmicos” apenas as suas versões deturpadas, alterando verdadeiros conceitos que poderiam inspirar alguma mudança tornando-os completamente debilitados. Desta forma, é reduzida ou anulada qualquer influência que leve a ação heróica e altruísta em relação aos assuntos da Pátria.  Transformando o cidadão num mero expectador insensível, amortecido e profundo desconhecedor de idéias e doutrinas que o despertem. Infelizmente, esta tática vem obtendo triunfo, uma vez que, a esmagadora maioria das pessoas vive hoje sem qualquer referência moral ou ideologia que não seja os interesses particulares e o vil metal. Fato inteiramente contrário à raiz do termo “cidadão”, que é caracterizado pela participação deste nas decisões políticas e não somente a participação pela expressão do voto estabelecido pelo sufrágio universal; irresponsável e manipulado por diversos meios como o descrédito em relação a outros sistemas de organização e representação do Estado.
 Assim, nesta deturpação de conceitos e tudo que se relaciona a qualquer definição daquilo que resolvem atacar, trabalham numa verdadeira ação de contrapropaganda, resolvendo “redefinir” conceitos alterando completamente o seu verdadeiro sentido. Como no caso da direita e esquerda, que em sua origem eram definidas com base no lugar ocupado respectivamente no parlamento por parte dos partidos opostos, como no exemplo da Inglaterra de tempos atrás. Assim em sua gênese, as atuais definições de “direita” e “esquerda” não têm qualquer sentido. Pois, no conceito original, representavam a mesma coisa apenas diferenciando-se por questões funcionais e não idéias e posturas que afetassem a estrutura do sistema, como a ditadura do proletariado e a anarquia da democracia liberal. Desta maneira, a lealdade e a fidelidade ao sistema eram a mesma divergindo apenas em sua operacionalidade.  
Somando-se a esta gênese, segundo Julius Evola: “Ser de Direita significa, além de estar contra a democracia e contra as mitologias socialistas, defender os valores da Tradição como valores espirituais e guerreiros (...) Significa, além disso, alimentar um certo desprezo face ao intelectualismo e em relação ao fetichismo burguês do homem culto”.
Além disso, ser de direita é ser portador das clássicas virtudes antiburguesas que são o heroísmo, a energia em alerta permanente traduzida numa virilidade espiritual, senso do dever e do sacrifício, espírito de camaradagem, solidariedade nas idéias afins e a aceitação da primazia da coletividade sobre os indivíduos que a compõem.
Nos dias de hoje observamos exatamente o contrário: “direita” e “esquerda” são homogenias no esfacelamento do Estado.  E sendo homogenias na destruição do Estado, acabam realizando o contrário de seu conceito original. Ambas não são leais a este, defendem o interesse de indivíduos e grupos em detrimento ao bem da maioria, positivando cotas raciais, manifestações em favor das drogas, marcha contra os bons costumes, como a marcha do “orgulho” gay, fomentando a libidinagem, a degradação moral e verdadeiros ataques à família e a religião da maioria dos brasileiros. Tudo isto com a desculpa de prerrogativas democráticas, como a “liberdade” de expressão. Em verdade, o eu foi reduzido a sua mínima expressão. Prerrogativa estabelecida pela democracia positivada como o sistema mais justo de governo pelos algozes do verdadeiro Estado. Tornando-se um dos maiores exemplos de ineficácia como direcionador das constituições democráticas dos diversos países. Haja vista, que em todos estes há casos de nepotismo, plutocracia e corrupção nos mais variados níveis, uns em maior grau que outros. Casos que vêm se tornado comum, senão corriqueiros, dado ao progressivo grau de desenvolvimento e sofisticação dos meios de utilização da máquina estatal para se perpetuarem no poder, fatores diametralmente opostos a sensibilidade, motivação e espírito de sacrifício que deveriam ser alcançados pelas Nações.
Além das alianças cada vez mais costumeiras realizadas entre partidos destas vertentes, com campanhas caríssimas em época de eleição, temos as práticas de utilização de meios e instrumentos públicos para a chegada e a manutenção do poder. Demonstrando claramente a farsa da democracia e a ilegitimidade de seus meios. A esquerda, com a emergência de líderes carismáticos e de uma expoente personalidade encaminhadas ao poder por fenômenos de mídia e mobilização de massa pela TV. A direita, por sua vez, das suas constantes reformas e adequações aumentando a influência de seus agentes sobre os bens públicos, tais como; estatais, exercícios de concessões e autorizações em atividades públicas. Até a exagerada dispersão de poder e responsabilidades característicos dos governos neoliberais, que acabam favorecendo seus representantes em transações envolvendo favores públicos em troca de privilégios particulares.  
Estas duas vertentes realizam os mesmos discursos e são inertes em diversas questões: populismo, multipartidarismo, mundo globalizado, metas econômicas, privatizações, bolsa auxílio isso e aquilo, desestímulo a uma educação de qualidade e o fomento do hedonismo, impunidade generalizada, falta saúde e sobra cartel dos planos de saúde particulares, indústria da multa, prática do aborto, esterilizações e etc. Estes são apenas aspectos periféricos resultados de uma sincronia minuciosa com os ditames de um governo mundial, orquestrado por banqueiros, associações e corporações de todos os tipos com os mais diversos interesses. Em verdade, são as mesmas concepções as atuais “tendências”, que de nova não tem nada, apenas repetidas cabeças com novas aparências.
Assim, falsificando mais uma vez os conceitos, é tradição da “esquerda” e da “direita” liberal e de suas variantes; industrial, conservadora, centro direita, ou melhor, desta Hidra, pôr o sentimento Nacionalista e toda a sua fisiologia na mesma categoria de xenofobia, preconceito e intolerância.  Resolvendo criar uma suposta “similaridade” com o intuito de uniformizar qualquer elemento contrário, ou ação contrária, aos seus projetos; seja a ditadura do proletariado ou a anarquia da direita liberal. Desta forma, acabam com várias frentes usando apenas um termo: “extremistas!” ou até mesmo “fascistas”. O objetivo final é minar qualquer ação orientada pelo Sentimento Nacionalista.
Já os reflexos da “Direita” e “Esquerda” na mentalidade do homem moderno, fazem brotar concepções materialistas da própria existência. Sendo esta concepção da vida a Hidra principal e o nascedouro de todas as outras. E aceitando esta condição, o homem moderno acaba sendo vítima do desequilíbrio. Tornando o seu meio hostil e angustiante em relação às todas as problemáticas da vida. Acabando por negar a sua força interior de criação e superação, de autocontrole e disciplina, anulando o sentimento do belo e do justo em todas as suas expressões e realizações. É a insensibilidade naquilo que é nobre e altruísta. Reduzindo todas as percepções ao imediatismo de nossos dias e mudando concepções temporais; o tempo acabou se tornando sinônimo de ganho financeiro, onde tudo é forçado a ser rápido e abreviado, é a tal “correria”. A superficialidade e o artificial se conjugaram perfeitamente no cotidiano de todos, onde a busca pelo reconhecimento profissional, o cumprimento de metas e a frieza dos números um objetivo. Obter nome, fama, status social é o fim da vida. Nada mais importa!
O homem moderno não pensa, não reflete e não age. Tem tempo para tudo, menos para as causas nobres! Não usa o tempo para o seu melhoramento na prática diária da reflexão, pois, não sabe dizer não! Aceitando tudo aquilo que de alguma forma lhe traga benefício financeiro ou prazer sensual. Assim, destruiu qualquer perspectiva de idealismo superior em relação ao seu meio, onde este passou a ser visto com melancolia e com tendência à fuga para o oriente ao retorno às tribos nas selvas e cavernas. O oriente passou a ser visto com perfeição no que tange a práticas de meditação e filosofia, organizados por seitas, algumas instituições religiosas, lojas e etc. Não respeitando a idéia de perfeição feita por cada cultura em seu contexto histórico e social. Ou seja, a tradição oriental é importante para o oriente. Alijando, desta forma, os mitos e os símbolos guerreiros e suas representações épicas e heróicas tradicionalmente ocidentais e com elas a extrema importância das tradições greco-romanas e das civilizações que surgiram através da história européia e americana. E tendo como conseqüência o afastamento de práticas costumeiramente aristocráticas em relação ao meio. Transformando o modo de vida selvagem em sinônimo de “perfeição”. É a consumação das formas inferiores de pensamento e a formalização do mundo dos instintos, onde o feio, o monstruoso e a perversão tornaram o padrão; vício pelo álcool, drogas, sexo indiscriminado e outros. Pois, não encontramos mais qualquer incentivo à virtude e à luta; extinguiu-se a combatividade natural do homem e com ela a sua virilidade espiritual. Por outro lado, pensamentos refinados e originários da reflexão e análises, posturas formais, viris e ritualistas passaram a ser vistas como anacrônicas. Prevalecendo a informalidade, a postura efeminada, a banalidade e a vulgaridade em todas as manifestações culturais, como resultado do modo de pensar chegando ao trato pessoal.
Contrariando esta mentalidade e seus reflexos, todos os movimentos verdadeiramente nacionalistas participam de uma mesma genealogia: uma revolta contra a liberal democracia e a sociedade burguesa, uma recusa absoluta em aceitar as conclusões inerentes à visão do mundo, a explicação dos fenômenos sociais e de relações humanas de todos os sistemas de pensamento ditos “materialistas”, como o materialismo histórico de Marx até as teorias niilistas das Escolas dos Annales em França e a de Frankfurt na Alemanha. O sentimento nacionalista surge como uma reação aos estados enfermos em que se encontram as Nações. Considerando inegáveis inimigos as ditas “direitas” e “esquerdas” e seus métodos de construção da mentalidade pela mídia e a atual literatura de nossos tempos, que vem solapando os Estados com todos os tipos de crises; da crise moral do Homem à crise da economia minada pelas práticas liberais e materialistas.

Portanto, a boa luta, ou a luta final será contra a Hidra de várias cabeças. Luta que só será possível, portanto no coração o Hercúleo Nacionalismo. Pois este é o único sentimento com potencial de gerar um compromisso com os destinos da Pátria, e tendo como reflexo a ação resultante da revolução interior praticada pelo homem. Assim, tornando-se uma revolução abrangente e um sentimento de solidariedade ideológica universal, pois a questão é a sobrevivência da Civilização ocidental, coadunadas com as diversas Nações vítimas do espírito burguês e das concepções marxista de uma “esquerda”, cada vez mais dissimulada ao assumir discursos supostamente de “direita”. E assim se revezando no poder em diversos Estados. com o objetivo final de estabelecer o fim dos Estados Nacionais formalizando uma aldeia global, uma horizontalidade chapada, misturada, massificada e sem alma.  Perfeita para ser conduzida aos shoppings centers, aos “Mac” alguma coisa, ao mundo fantasia das redes “sociais” da internet, a não diferenciação dos sexos, ao cartão de crédito, ao voto irresponsável do sufrágio universal e a ditadura do pensamento único.

sábado, 23 de julho de 2016

SAINDO DA ILUSÃO DEMOCRÁTICA



Saindo da Ilusão Democrática 
Iniciamos aqui uma série de artigos a respeito da questão
eleitoral no Brasil, o cerne do problema no sistema político
vigente, o multipartidarismo e a ausência de fidelidade aos
próprios estatutos e à ética em geral, as urnas eletrônicas e,
talvez o mais grave problema, o eleitorado e suas interações.

A democracia atual nada mais é que uma maneira de formalizar, por meio do voto direto, o interesse de grandes conglomerados econômicos, a saber, das grandes marcas, empreiteiras e bancos.
Ela define apenas uma forma de ilusão, onde temos que aceitar as decisões de uma maioria induzida ao voto irresponsável e fundamentalmente interessado em suas necessidades individuais e de categorias das mais diversificadas.
Ou seja, uma democracia ilusória e que decreta o modo de pensamento único que reflete apenas o individualismo, o materialismo, a plutocracia e o hedonismo, como ideal de vida, contrariando os verdadeiros fundamentos de uma sociedade saudável e que deveria buscar destinos superiores para si mesma.
Lamentavelmente este é o caso do Brasil. 
Esses conglomerados, interessados nas benesses advindas da vitória dos seus candidatos, definem a sua cartilha, onde qualquer tentativa de contestação fundamentada em princípios verdadeiramente democráticos e sustentada por valores como a família, a propriedade e a moral, são tidos como retrógrados, anacrônicos e essencialmente fora da realidade. 
E estas concepções valem para todos os lados, direita, esquerda, abaixo e no setentrional, menos para o alto e no sentido vertical, para onde deveria seguir uma sociedade saudável. 
Assim, o ideal ilusório da liberdade é oferecido como desvio nesta busca tendo varias opções: corrupção, liberdade sexual, feminismo, aborto, drogas, “gaysismo” e tantas outras “alternativas” que visam apenas a satisfação da Bios, ou do corpo, num sensualismo e libidinagem nunca antes vistos.
Estas são as opções de massificação e preparação para o voto, perpetrado pelas novelas, telejornais e literatura dominante, fomentada pelos financiadores das campanhas eleitorais.
Não importa o partido, os financiadores são os mesmos e seus métodos de distração seguem a mesma fórmula. Para estes financiadores não interessa fomentar a disseminação da disciplina, da ordem, do belo e do altruístico. Estes são valores que não interessam a eles, por representarem uma mudança de paradigma e conseqüente suicídio das suas idéias degenerativas. 
A liberdade que se pretende alcançar pelo voto direto na atual conjuntura política brasileira, apenas é o resultado da sedução pelos instintos primários para aqueles que votam e a satisfação crocodiliana para aqueles que colhem seus frutos: grandes contratos e favorecimentos, como bem demonstrados pela atual operação Lava-Jato, realizada pela Polícia Federal. Esta estratégia vem dando certo, haja vista que mais da metade dos congressistas brasileiros estão envolvidos em alguma tramóia em benefício próprio ou de terceiros.
Diante desta realidade, é forçoso levantarmos uma questão: permanecermos desgraçadamente aceitando suas aberrações, até a aniquilação completa do pouco que ainda se tem dos valores que edificaram o Brasil como um país de potenciais ímpares, ou sairmos desta ilusão democrática.
Pela primeira opção, a degradação alcançará patamares perigosos, até para os seus interessados.
Vide o caso do impeachment da Presidente Dilma, substituída recentemente, onde o sistema acaba carecendo de reformas urgentes para a própria manutenção. Haja vista as medidas anunciadas pelo atual presidente interino, Temer, que na prática apenas substituiu um discurso por outro mais sutil, travestido de mal necessário, mas que, em sua essência, continua favorecendo algumas categorias do serviço público, com aumentos de salários e remunerações, visando a manutenção do poder e posteriormente, continuar concedendo benefícios aos financiadores de campanha, sem suspeitas ou contestações.  Em contrapartida, os verdadeiros brasileiros preocupados com os destinos da sociedade, vão sendo alvos de verdadeira patrulha ideológica, com difamações e distorções das mais variadas, anunciadas pela mídia vendida e patrocinada pelo sistema. 
Já na segunda opção, optamos por edificar verdadeiras fortalezas como a solidariedade, a disciplina e a família.
A solidariedade em sensibilizar-se pelos diversos problemas sociais, buscando alternativas que visem à valorização do cidadão como eleitor ciente de suas responsabilidades e obrigações, mas também ciente de seus direitos e daquilo que é OBRIGAÇÃO do Estado.
Para isto, a disciplina em buscar conhecimento, a concentração no objetivo de mudança e o alinhamento na confecção de estratégias para a mudança. A família objetivando reforçar sua constituição, tradicional e não como reprodutora das degenerações lançadas pelo sistema para destruí-la e, com ela, as noções primárias de valores altruístas que justificam a sua máxima, como a celula matter da sociedade. 
Portanto, ao contrário de votarmos de forma isolada nas mesmas legendas de sempre e que se revezam no poder sem efetivamente prover melhorias na busca por melhores destinos, se buscássemos a tomada de consciênciade que a democracia brasileira provê mais danos que soluções, tendo em vista que vivemos no País:
- mais violento do mundo, onde todas as guerras juntas do planeta não somam a quantidade de homicídios atualmente praticados por aqui, cerca de 55 mil por ano; - que as estatísticas de desenvolvimento educacional apontam para uma linha descendente de forma alarmante;
- que temos os maiores juros estatais e privados do planeta e 
- que a noção de moral e bons costumes estão ficando ao largo e em berço esplendido,
... esta tomada de consciência é fundamental como ponto de partida para o entendimento de que no atual Estado, as únicas escolhas permitidas são aquelas dentro de seus limites e que suas decisões, na maioria dos casos, são definidas de forma escusa e mediante acordos de todos os tipos em seus bastidores.
Em verdade, não adianta as mesmas legendas e os mesmo agentes se revezarem no poder, você não decide nada! A alternativa que nos resta, além das especificadas, é conhecer seu candidato, buscar informações sobre ele, saber quais são seus planos e plataformas de governo e não reeleger quem está ai e nem votar nas atuais legendas que estão sempre no topo.
Do contrário, a alarmante solução é a revolução, mas esta não se processará sem uma mudança de paradigma e isto levará décadas. 


segunda-feira, 4 de julho de 2016

Estupro, negligência familiar, ausência de Estado ou tudo isso junto ?





Estamos enfrentando situações cada vez mais intrigantes em 
nossa sociedade e começamos a nos questionar da origem ? 
Não! A grande maioria quer apenas encontrar 
um culpado para dormir tranquilo !


O caso que está nas mídias sociais sendo tratado de forma leviana, traz alguns graves problemas da sociedade atual que são pouco discutidos.
No entanto, de início, temos que rebater a idéia de que, no Brasil, existe uma “cultura do estupro”. Nossa sociedade não se cala diante do assédio sexual há muito tempo. Quer seja por meio das manifestações e ações legais, quer seja por meio das redes sociais hoje em dia, ações fortes muitas vezes são levadas à cabo (não incluímos aqui aquelas ridículas manifestações pessoais de artistas pintando metade do rosto de alguma cor ou mudança de foto no perfil da rede social com bandeirolas – isso não gera efetivo resultado). O Brasil não é como o Japão, onde se foi obrigado a criar vagões de metrô especialmente para mulheres ou como a índia, onde a vítima tem culpa de ter se deixado estuprar (sequer sendo defendida pela própria família).
Aqui se fala em machismo das autoridades em duvidar da vítima.
Por que motivo isso ocorre ? Porque a Autoridade Policial deve buscar saber se houve crime !
Porque há muito vem se criando uma prática de falsa denúncia de estupro, diante da iniciação cada vez mais cedo na vida sexual de meninas que, na expectativa de esconder da família os atos, faz a falsa denúncia. Famílias tomam esse caminho até para “lavar a honra”, acusando o namorado da menina de estupro, quando, na verdade, foi consensual (deixando ainda de lado aqui a idade da menina, pois já há casos de mulheres com mais de 21 anos acusando namorado de estupro). Algumas acusações levam até à morte do rapaz, pois há uma espécie de código entre a marginália, que não aceita estupradores em seu meio. Triste ironia.
Inicialmente afirmamos que toda esta degeneração social parte da destruição da família como célula matter da sociedadepor meio da ideologia de “transformação” social claramente associada às concepções de Antonio Gramsci, teórico marxista, e fomentada por diversas vertentes de pensamentos como a da efeminização do homem moderno rumo à degradação das estruturas sociais, objetivando o socialismo sem a violência. Ou seja, na mudança de paradigmas culturais. Isto é concentrado no ideal feminista de hoje, uma das frentes desta empreitada na construção de uma sociedade bizarra, apta para sofrer estas “transformações”, sendo cuidadosamente preparada para a chegada da ditadura do proletariado. É um método clássico de engenharia social e subversão cultural. Assim, temos uma sociedade onde o ideal socialista/genicocrático é uma meta e o conceito de virilização do homem ficou reduzido aos baixos instintos e ao hedonismo mais perverso. O ideal viril pelo gosto da mudança e das conquistas ficou para trás, o sentimento de glória épica tão difundida pelas figuras dos heróis lendários e aventureiros virtuosos, sempre foi inspiração para a mudança e conquista de paradigmas superiores ao consumismo e ao imediatismo, que já eram uma ameaça muito séria e que visavam à redução do homem à massa bruta, passiva e incapaz de refletir sobre o seu papel na sociedade. Ao final, isto sim é o que temos de mais grave. E aqui caímos noutro ponto importante de nossa análise: a iniciação sexual precoce. É inegável que a televisão, uma das grandes patrocinadoras deste projeto, com suas novelas, músicas e a liberdade sexual dos anos 1970 para frente, trouxeram o “sexo sem culpa” a um número cada vez maior e mais jovem de mulheres. É uma “evolução” dos tempos modernos.
Ao mesmo tempo em que as mulheres ganharam liberdade para expor seus corpos, esqueceram-se de adestrar melhor os animais para os quais estes seriam exibidos. A mulher, preocupada em ocupar um lugar na sociedade, distante das tarefas do lar (dentre as quais, a mais importante era a de dar formação moral aos filhos), não cumpriu esse papel fundamental e permitiu que os homens que cresceram à partir dos anos 1980, cada vez mais, fossem menos respeitadores (em sua larga maioria).
Outro ponto a se levar em conta está aí: o homem é um animal que sente atração sexual pela mulher, em qualquer lugar, em qualquer meio, independente de classe social ou padrão de beleza. Como isso é contido ? Com regras claras de conduta.
Essas tais regras passaram a existir no advento da civilização e das sociedades, talvez perdido no tempo, quando o homem deixou de caçar sua fêmea, lá na idade da pedra, e passou a tomá-la por esposa e, com o tempo, passou a ser monogâmico, protetor de sua mulher e prole.
Com a liberdade sexual, a mulher passou a escolher o objeto de sua cópula e a negar o casamento arranjado (nas sociedades ocidentais). Livre de rótulos, ela ganhou a noite e o álcool, as drogas, as festas libertinas e passou a negar os conselhos dos pais acerca dos perigos que o mundo oferece. Da mesma forma que há pessoas boas, há aquelas más.
Alguns pais passaram a se sentir “quadrados” por não permitirem que suas filhas saíssem e deixaram de dar atenção aos conselhos e instruções que deveriam ser passados à elas. 
Mas espere aí ! Só as filhas deveriam ter tais recomendações ?
Não ! Os homens eram educados para serem bons, respeitarem as leis, proverem seus lares e protegerem suas mulheres e prole. Com o aumento da disponibilidade de fêmeas em um mercado antes reprimido, houve maior consumo e assim, diante dessa banalização, alguns pais passaram a “incentivar” seus filhos (homens) a agir como verdadeiros predadores. 
Pronto ! Estava instituída sociedade atual !
É importante lembrar que o feminismo não luta exatamente por uma igualdade de direitos como pessoa humana. Ele vem, justamente, cercar-se desse momento (muito em voga nos anos 1960), para garantir à mulher o direito “de dar para quem quiser, sem ser rotulada”. Demorou quase 50 anos, mas hoje elas conseguiram.
As lutas feministas não partiam do pressuposto que uma mulher pudesse trabalhar como pedreiro ou estivador. Cargos e funções mais elevadas estavam na mira. Óbvio que em muitas atividades as mulheres, com sua inata sensibilidade, são superiores aos homens. Noutras, não é preciso grande esforço para saber que é irreal.
Antes, às mulheres, eram reservadas funções ligadas à Educação, Saúde e Organização, pois eram atividades todas relacionadas à afetividade e à sensibilidade. Caberiam também às mulheres, com o avanço dos tempos, a gestão de negócios, não fossem hoje as relações comerciais agirem de forma predatória. Se o trabalho fosse realmente voltado para o benefício do ser humano, teríamos já muitas mulheres em cargos de gestão há mais de 30 anos, quando se iniciaram as grandes mudanças de comportamento.Vislumbramos então um futuro, que se desdobrou na comoção social diante do caso da menina de 16 anos, no Rio de Janeiro, violada por trinta e tantos  homens (a perícia policial confirma menos de meia dúzia) e que teve a situação filmada e divulgada nas redes sociais.
A menina era mãe. Tem uma criança de 3 anos (deu à luz com 13 anos) e desde os 11 anos convivia no mundo do tráfico e dos bailes funk (segundo declarações da própria mãe dela).
A OMS tem programas voltados ao apoio às crianças-mães, pois elas são parte de uma estatística terrível: cerca de 30% são mães novamente no período aproximado de 1 ano e mais de 50% nunca voltam a estudar.
Esses são os únicos dados efetivos. Não entramos no mérito de dados do gênero “n” vidas poupadas em função de uma determinada ação ou não-ação. É inconcebível que se meça o que deixou de ocorrer. Porque se fosse assim, poderíamos ter projeções claras a respeito dos motivos pelos quais crimes como esse ocorreram, ou ocorrem todos os dias e não viram notícia, porque não viralizaram na Internet, na forma de um vídeo.Está inserida nesse contexto a miséria moral das sociedades atuais, com seus relativismos e total desvalorização do ser humano.
Fatos sucedem-se e um diretor de zoológico atira contra um gorila que estava para atacar uma criança de 4 anos que caíra em sua “jaula”, por motivos alheios, mas que certamente seria morta pelo animal. Uma parcela dos comentários que circularam pelas redes sociais chamava aquilo de monstruosidade, que não se tinha como avaliar que o animal mataria a criança, que não deveria existir zoológico, que tivessem atirado na criança, pois afinal ela não deveria estar ali.
Diante deste último comentário temos a clara noção de como se encontra a avaliação moral das pessoas: a vida de um animal vale mais que a vida de um humano.
Assim, a UNAC torna público que repudia o crime em qualquer escala, seja ele cometido por quem for e em que circunstâncias. No entanto, ocupamo-nos em estudar ainda as relações entre as pessoas dentro da sociedade, onde encontramos um grave problema: a ausência dos valores que foram pilares de sustentação de nossos ancestrais.
Enxergamos nesse direcionamento a causa primordial dos problemas que hoje infestam os noticiários policiais.
Estamos permitindo a ruína de nossa sociedade e todo aquele que se manifesta contra o progressismo moral (o rumo à amoralidade ou à relativização da moral), é tido como inimigo das minorias.
No entanto, devemos lembrar que o direito das minorias jamais poderá se sobrepujar ao direito da maioria. Devemos respeitar as diferenças e as minorias em seus grupos (desde que suas práticas não impliquem na quebra de regras estabelecidas pela maioria e que não se imponha flexibilizações que venham a ferir o direito da maioria).Realmente não deveríamos ser obrigados a aceitar mudanças que pioram a situação das famílias, da pátria ou de suas relações espirituais.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

"JUSTIÇAMENTOS"

 Dentre o extenso rol de crimes violentos cometidos pelos comunistas brasileiros - assassinatos, assaltos, explosões de bombas, seqüestros de diplomatas e de aviões, etc - um deles tornou-se o símbolo maior da violência desmedida, conseqüência inevitável de uma doutrina genocida: o denominado, por eles mesmos, de justiçamento.

O justiçamento foi empregado para assassinar os próprios comunistas considerados traidores e os seus inimigos, os integrantes das forças legais de segurança e todos aqueles que com elas colaboravam.
Não foram mortes causadas na paixão ou no ódio de um confronto. Não foram mortes involuntárias, surgidas por acaso, no fragor de alguma ação violenta. Não foram mortes aleatórias, cujos nomes só surgiam depois da explosão de uma bomba, depois de um assalto, depois de um seqüestro. Não foram nada disso.
O justiçamento praticado pelos comunistas foi o crime premeditado, extremadamente planejado, o crime frio e cruel de uma doutrina que sobrepunha os fins aos meios.
O justiçamento era o último capítulo de um longo processo, que começava por uma denúncia, que passava pelo julgamento de um pseudo "tribunal revolucionário", que gastava muito tempo em minuciosos levantamentos, que organizava um grupo de execução com militantes travestidos de carrascos e que se encerrava com o sangue do "justiçado" salpicando a propaganda do ato cometido, que escarnecia a vítima e, quixotescamente, tentava justificar um mero assassinato. E, tudo isso, a sangue frio, com o sangue congelado de uma doutrina que impunha a violência sobre a sociedade tida como algoz.
"Senhores da vida e da morte", os terroristas brasileiros ufanavam-se de que "guerrilheiros não matam por raiva, nem por impulso, pressa ou improvisação.Matam  com naturalidade. Não interessa o cadáver, mas seu impacto sobre o público."
"Donos da verdade", os comunistas brasileiros escarneciam das vítimas e ameaçavam. "Como ele, existem muitos outros e sabemos quem são. Todos terão o mesmo fim, não importa quanto tempo demore; o que importa é que todos eles sentirão o peso da justiça revolucionária. Olho por olho, dente por dente".
Durante o negro período da luta armada, foram quase duas dezenas de justiçamentos conhecidos. Talvez outros ainda não descobertos. Vamos conhecer e nos horrorizar com cada um deles.

JUSTIÇAMENTO: O ASSASSINATO DO CAP CHARLES RODNEY CHANDLER
JUSTIÇAMENTO: O ASSASSINATO DE MÁRCIO LEITE TOLEDO DA ALN
JUSTIÇAMENTO: O ASSASSINATO DE HENNING ALBERT BOILESEN
JUSTIÇAMENTO: O ASSASSINATO DO MARINHEIRO INGLÊS DAVID A. CUTHBERG
JUSTIÇAMENTO: O ASSASSINATO DE MANOEL HENRIQUE DE OLIVEIRA
JUSTIÇAMENTO: O ASSASSINATO DO DR. OCTÁVIO GONÇALVES MOREIRA JÚNIOR (OTAVINHO)...
JUSTIÇAMENTO: O ASSASSINATO DO PROFESSOR FRANCISCO JACQUES MOREIRA DE ALVARENGA...
OUTROS JUSTIÇAMENTOS: A ESQUERDA MATANDO OS PRÓPRIOS COMPANHEIROS
JUSTIÇAMENTOS DO PCB: NO ESTADO NOVO